Activity-dependent neuronal Klotho enhances astrocytic aerobic glycolysis

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Estudos comprovam benefícios da “proteína da longevidade” no cérebro. A Proteína Klotho é antioxidante, anti-inflamatória e vital para a produção de lactato, um dos alimentos dos neurônios. Na mitologia grega, as moiras eram três mulheres que fabricavam, teciam e cortavam o fio da vida de homens e deuses. Uma delas, de nome Klotho, era responsável por tecer esse fio. Em 1997, pesquisadores japoneses descobriram uma proteína que regula o envelhecimento e está associada à longevidade. Ela foi batizada de klotho. Desde então, a proteína passou a ser estudada por diversos grupos de pesquisa do mundo. Na USP, alguns desses estudos são feitos no Laboratório de Neurofarmacologia Molecular do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, sob a liderança do professor Cristoforo Scavone. O mais recente trabalho publicado pelo grupo traz descobertas inéditas que mostram que a klotho estimula a produção de lactato (um dos alimentos dos neurônios), além de ser importante nos processos de sinalização de insulina e exercer uma ação antioxidante e anti-inflamatória no sistema nervoso central.Os dados estão no artigo Activity-dependent neuronal Klotho enhances astrocytic aerobic glycolysis publicado no Journal of Cerebral Blood Flow and Metabolism, 2018 Jan 1:271678X18762700. doi: 10.1177/0271678X18762700.